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Pico na confiança do consumidor
paulistano em dezembro |
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O paulistano está
recuperando a confiança na
economia neste final de ano.
O Índice de Confiança do
Consumidor (ICC) da
Federação do Comércio de
Bens, Serviços e Turismo do
Estado de São Paulo (FecomercioSP)
registrou alta de 1,8%
atingindo 158,2 pontos em
dezembro, contra 155,4
pontos em novembro (numa
escala que varia de 0 –
pessimismo total; a 200
pontos – otimismo total).
Este é o melhor resultado
desde abril, quando o
indicador havia alcançado a
marca de 159,4 pontos.
Entretanto, na comparação
com dezembro do ano passado,
o ICC está 3,7% menor,
reflexo de um cenário menos
favorável do que em 2010
para o mesmo momento do ano.
A evolução do nível de
confiança do consumidor
neste mês foi em decorrência
principalmente pela maior
satisfação dos consumidores
em relação às condições
futuras da economia, quesito
abordado pelo Índice de
Expectativas do Consumidor (IEC),
cujo indicador avançou 2,3%
sobre novembro (163,3
pontos), mas ainda se
encontra 1,2% inferior a
dezembro do ano passado.
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Em relação às condições
econômicas atuais, o Índice
das Condições Econômicas
Atuais (ICEA) avançou 1% em
relação ao mês anterior
(150,5 pontos) contra o mês
de novembro, mas está muito
abaixo na comparação com
dezembro de 2010: -7,6%.
Para a Assessoria Técnica da
FecomercioSP, a avaliação do
consumidor foi influenciada
pelo crescimento no volume
de emprego e renda ao longo
do ano, acrescida da
sazonalidade do mês, momento
em que a renda do consumidor
é normalmente alavancada
pela entrada dos recursos
advindos do 13º salário.
Ao
segmentar os dados do ICEA destaca-se a
dicotomia na percepção das pessoas com
diferentes tipos de renda. Os consumidores com
renda superior a 10 salários mínimos
apresentaram alta de 7% em dezembro (164,3
pontos), enquanto aqueles com renda inferior a
10 salários mínimos registraram queda de 2% no
mês (143,9 pontos).
O mesmo quadro descrito anteriormente se repete
na estratificação por faixa etária no IEC. Os
consumidores com 35 anos ou mais registraram
queda de 0,6% (156,7 pontos) em dezembro. Por
outro lado, aqueles com menos de 35 anos
demonstram mais otimismo no final do ano, com
alta de 4,1% (167,2 pontos).
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